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A Urgeiriça ocupou nos últimos 50 anos um papel central na nossa freguesia. Tornou-se uma exploração mineira de importância internacional que atraiu trabalhadores de todo o Portugal. De igual forma, a Urgeiriça também marcou um certo cosmopolitismo da nossa terra que recebeu, nos anos de ouro da exploração mineira, a presença de estrangeiros que por cá trabalharam, viveram e partilharam com os locais a sua cultura e vivência. As marcas da presença inglesa são disso exemplo maior.

São conhecidos os problemas ambientais que a Urgeiriça herdou e se tornaram mais visíveis com o encerramento da ENU. São também visíveis os esforços já feitos pelo Estado na tentativa de re-habilitar as zonas mais criticas. Os canenses têm orgulho na Urgeiriça. Queremos tornar a Urgeiriça ainda mais aprazível para os moradores.

Com os moradores da Urgeiriça o CIM assume o compromisso de:

1) Melhorar o sistema de limpeza das ruas, fonte de queixas da população e prejudicial para a salubridade da povoação;

2) Realizar eventos culturais, de organização da Junta ou em parceria com as Associações da Urgeiriça;

3) Acompanhar com as Associações Ambientalistas a evolução dos dossiês pendentes, informando a população;

4) Pugnar junto da EDM pelo cumprimento compromissos de cariz ambiental, educativo e cultural publicamente assumidos;

5) Melhorar a Sinalética existente, eliminando alguns “pontos negros” na via pública, que colocam em risco a segurança das pessoas;

6) Recuperar a tradição Cinéfila da Urgeiriça, apoiando iniciativas existentes e procurando retomar as exibições cinematográficas na Casa do Pessoal (em modelo a definir).

A nossa freguesia merece mais!

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As Caldas da Felgueira são a localidade com menos habitantes na freguesia, mas de grande importância económica (presente e futura). Os CIDADÃOS INDEPENDENTES PELA MUDANÇA entendem que é fundamental alterar o actual divórcio entre as duas freguesias -. Canas e Nelas – com jurisdição sobre a estância termal. Entende esta candidatura que devem as duas freguesias cooperar para incrementar o bem-estar da população, promovendo actividades conjuntas. Parece-nos também inqualificável que passe um mandato autárquico sem que nenhuma actividade, acção ou melhoramento seja feito pela junta de freguesia.

Entendemos que o interesse das Caldas da Felgueira passa por uma maior cooperação entre a Câmara Municipal e as Juntas de Freguesia que, a prazo, tragam mais actividades turísticas e de lazer geradoras de emprego.

Porque é possível fazer mais e melhor, o CIM assume o seu Compromisso com as Caldas da Felgueira, nas seguintes acções:

1. Desenvolvimento de actividades de âmbito cultural, promovidas pela Junta de Freguesia;

2. Garantir serviços de higiene urbana e cuidado com os espaços públicos idênticos aos de outras localidades da freguesia;

3. Cooperação com a Junta de Freguesia de Nelas para actividades de Promoção Turística e Cultural;

4. Desenvolvimento de acções, em parceria com associações, comerciantes e empresários que permitam divulgar os pontos turísticos mais relevantes, bem como as principais actividades económicas, contribuindo para o desenvolvimento da freguesia;

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Os CIDADÃOS INDEPENDENTES PELA MUDANÇA pretendem voltar a envolver a Póvoa de Santo António nas decisões da freguesia. Pretendemos afastar, sem encontrar culpados, as incompreensões e desavenças do passado, motivadas pelas diferenças de opinião, que são naturais em democracia. A exemplo do referido para Vale de Madeiros as clivagens políticas nunca poderão ser razão para discriminar e exercer represálias sobre a população.

A Póvoa de Santo António para nós não é um lugar esquecido e periférico. É a porta da entrada na freguesia para os nossos vizinhos e amigos das localidades limítrofes do concelho do Carregal do Sal.

Pretendemos ir de encontro às carências da população. Assumi-las como nossas. Merecerá a nossa atenção o levantamento das carências no espaço público fruto do desleixo de muitos anos. A junta e a sua máquina voltarão a estar presentes na Póvoa. A Póvoa merece igual atenção ao Rossio, ao Paço, à Urgeiriça….

Porque é possível fazer mais e melhor, o CIM assume o seu Compromisso com a Póvoa de Santo António, nas seguintes acções:

 1. Melhorar a Sinalética e o mobiliário urbano existente, eliminando alguns “pontos negros” na via pública, que colocam em risco a segurança das pessoas;

2. Alertar as autoridades para o estado dos acessos, procurando, com os meios da Junta de Freguesia, dar resposta às questões prementes (nomeadamente aos buracos na estrada);

3. Melhorar o sistema de limpeza das ruas, fonte de queixas da população e prejudicial para a salubridade da povoação;

4. Efectuar um exaustivo levantamento dos problemas com as linhas de água/ribeiros, águas residuais e higiene urbana, situações graves, há muito identificadas, que carecem de solução porque a qualidade de vida é mais importante que tantas e tantas obras de embelezamento;

5. Realizar actividades culturais, promovidas pela Junta de Freguesia, na localidade;

7. Fazer renascer, se for essa a vontade da população, a “Festa da Póvoa”.

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Compromisso 4 – Valorizar Vale de Madeiros

Os CIDADÃOS INDEPENDENTES PELA MUDANÇA vêem a Freguesia de Canas de Senhorim como um todo e encaram as povoações a esta pertencentes como uma força, uma mais-valia, merecedora de respeito nas suas tradições e formas de estar. As clivagens politicas nunca poderão ser razão para discriminar e ostracizar as populações. Por isso, e como revelado nos nossos princípios de Candidatura, o CIM irá procurar promover a IGUALDADE no tratamento das povoações da Freguesia de Canas de Senhorim. Só esta postura é coerente com aquilo que historicamente reclamamos em outras lutas.

Vale de Madeiros tem sido uma localidade esquecida. Duplamente esquecida. Pela Câmara Municipal e pela Junta de Freguesia. Necessidades básicas, há muito reclamadas pela população, têm sido sistematicamente ignoradas e desprezadas. Registam-se décadas de desinvestimento na rede de esgotos, na manutenção do asfalto das ruas, na limpeza dos caminhos vicinais, na limpeza dos ribeiros e na iluminação pública. As associações são menorizadas ou vistas apenas, nas pessoas dos seus dirigentes, como peões ou cabos eleitorais.

A população de Vale de Madeiros legitimamente aspira por mais desenvolvimento.Vale de Madeiros não é menos que Santar, Senhorim, Carvalhal ou outras localidades de dimensão similar e que apresentam, mais do que Canas ou Vale de Madeiros, um continuo desenvolvimento das suas infra-estruturas e espaços públicos. A Junta de Freguesia terá por isso de abraçar as lutas de Vale de Madeiros como suas. A freguesia de Canas empobrece com o abandono de Vale de Madeiros. As famílias de Vale de Madeiros, com o apoio da Junta de Freguesia, legitimamente, podem e devem pugnar para que o desenvolvimento também passe pela sua terra…

O CIM quer mudar o estado das coisas. Não se trata de mudar por mudar. Quer mudar para introduzir ideias novas, gente nova com vontade de fazer algo pela sua terra, acabando com a inércia reinante. Porque é possível fazer mais e melhor e porque temos a noção que poderemos participar nesta mudança o CIM assume o seu Compromisso com Vale de Madeiros, nas seguintes acções:

1. Melhorar a Sinalética existente, eliminando alguns “pontos negros” na via pública, que colocam em risco a segurança das pessoas;

2. Alertar as autoridades para o calamitoso estado dos principais acessos, procurando, com os meios da Junta de Freguesia, dar resposta às questões prementes (nomeadamente aos buracos na estrada);

3. Melhorar o sistema de limpeza das ruas, fonte de queixas da população e prejudicial para a salubridade da povoação;

4. Efectuar um exaustivo levantamento dos problemas com as linhas de água/ribeiros, águas residuais e higiene urbana, situações graves, há muito identificadas, que carecem de uma solução premente porque a qualidade de vida é mais importante que tantas e tantas obras de embelezamento;

5. Dignificar a participação dos cidadãos de Vale de Madeiros, e suas associações, nos programas de actividades da freguesia;

A nossa freguesia merece mais!!

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Entende o CIM que a protecção do Património é uma das tarefas essenciais da missão da Junta de Freguesia.

Assistimos nos últimos anos, em várias situações, a alguma passividade dos nossos autarcas eleitos perante a destruição de património na nossa terra. Que quem constrói queira tirar o máximo lucro dos seus empreendimentos nós compreendemos, embora critiquemos com veemência o espírito do “pato-bravo”. Mas o que não aceitamos, de todo, é que a Junta de Freguesia não actue em defesa dos interesses de todos os canenses.

O que sabemos é que negócios e património são actividades compatíveis e amigas. E cabe às entidades públicas um papel de charneira na dialéctica entre estes dois interesses.

É tempo de promover actividades económicas sustentáveis e respeitadoras do património.

Entendemos por isso que embora a Câmara Municipal de Nelas tenha absolutos poderes no licenciamento das edificações, a Junta de Freguesia deve constituir-se como o primeiro garante da defesa do património e parceiro do Município nesta tarefa. O Património Cultural é da freguesia. Mas também é do Concelho.

O valor imaterial do património é um importante elo de ligação das gerações presentes com as vindouras. É a nossa história colectiva que está em causa. Em matéria de defesa do património cultural o CIM propõe:

1) Dar novo impulso às publicações da freguesia sobre o património existente, recorrendo à “prata da casa”;

 2) Promover junto das Escolas acções de divulgação do património cultural existente para um maior conhecimento dos mais jovens sobre a sua terra;

3) Integrar os roteiros patrimoniais da freguesia nos roteiros turísticos regionais;

4) Dar novo impulso à Sala Museu dos Bombeiros Voluntários, em diálogo com a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários e demais entidades públicas e privadas com responsabilidades neste espólio;

5) Dignificar a história industrial da freguesia, dando-a a conhecer aos mais jovens;

6) Recuperar e valorizar os espaços arqueológicos existentes na freguesia;

7) Redefinir com o Município um novo procedimento de consultas em matéria de urbanização e edificação de forma a evitar danos irreversíveis como os que sucederam na Villa Romana do Fojo;

8) Apoiar todas as entidades públicas e privadas da Freguesia em acções que directa ou indirectamente promovam a preservação e divulgação do património cultural;

 A nossa Freguesia merece mais!

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Bem-vindos ao novo espaço da candidatura Cidadãos Independentes pela Mudança!

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